sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Calendário de Vacinas em Adolescentes

Nota: Mantida a nomenclatura do Programa Nacional de Imunização e inserida a nomenclatura segundo a Resolução de Diretoria Colegiada – RDC nº 61 de 25 de agosto de 2008 – Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA

Orientações importantes para a vacinação do adolescente

(1)  vacina hepatite B (recombinante): Administrar em adolescentes não vacinados ou sem comprovante de vacinação anterior, seguindo o esquema de três doses (0, 1 e 6) com intervalo de um mês entre a primeira e a segunda dose e de seis meses entre a primeira e a terceira dose. Aqueles com esquema incompleto, completar o esquema. A vacina é indicada para gestantes não vacinadas e que apresentem sorologia negativa para o vírus da hepatite B a após o primeiro trimestre de gestação.

(2)
  vacina adsorvida difteria e tétano - dT (Dupla tipo adulto):
Adolescente sem vacinação anteriormente ou sem comprovação de três doses da vacina, seguir o esquema de três doses. O intervalo entre as doses é de 60 dias e no mínimo de 30 (trinta) dias. Os vacinados anteriormente com 3 (três) doses das vacinas DTP, DT ou dT, administrar reforço, a cada dez anos após a data da última dose.  Em caso de gravidez e ferimentos graves antecipar a dose de reforço sendo a última dose administrada há mais de 5 (cinco) anos. A mesma deve ser administrada pelo menos 20 dias antes da data provável do parto. Diante de um caso suspeito de difteria, avaliar a situação vacinal dos comunicantes. Para os não vacinados, iniciar esquema de três doses. Nos comunicantes com esquema de vacinação incompleto, este dever completado. Nos comunicantes vacinados que receberam a última dose há mais de 5 (cinco) anos, deve-se antecipar o reforço.

(3)  vacina febre amarela (atenuada): Indicada 1 (uma) dose  aos residentes ou viajantes para as seguintes áreas com recomendação da vacina: estados do Acre, Amazonas, Amapá, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Distrito Federal e Minas Gerais e alguns municípios dos estados do Piauí, Bahia, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Para informações sobre os municípios destes estados, buscar as Unidades de Saúde dos mesmos. No momento da vacinação considerar a situação epidemiológica da doença. Para os viajantes que se deslocarem para os países em situação epidemiológica de risco, buscar informações sobre administração da vacina nas embaixadas dos respectivos países a que se destinam ou na Secretaria de Vigilância em Saúde do Estado.  Administrar a vacina 10 (dez) dias antes da data da viagem. Administrar dose de reforço, a cada dez anos após a data da última dose.
Precaução: A vacina é contra indicada para gestante e mulheres que estejam amamentando. Nestes casos buscar orientação médica do risco epidemiológico e da indicação da vacina. 

(4)  vacina sarampo, caxumba e rubéola – SCR: considerar vacinado o adolescente que comprovar o esquema de duas doses. Em caso de apresentar comprovação de apenas uma dose, administrar a segunda dose. O intervalo entre as doses é de 30 dias.

http://portal.saude.gov.br

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Cristina Constâncio

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Adolescentes têm fácil acesso ao cigarro no Brasil




Adolescentes têm fácil acesso ao cigarro no Brasil, diz estudo

Cerca de metade dos adolescentes entre 13 e 15 anos ouvidos na pesquisa já conseguiu comprar cigarros sem obstáculos

Relatório também aponta que quanto maior é a escolaridade, menor é a chance de começar a fumar na adolescência

São Paulo – No Dia Nacional de Combate ao Fumo, um relatório revela que os adolescentes brasileiros têm tido acesso fácil ao cigarro. Segundo a publicação “A situação do tabagismo no Brasil”, do Instituto Nacional de Câncer Jose Alencar Gomes da Silva (INCA), entre jovens de 13 a 15 anos, o percentual das meninas que já compraram cigarro foi de 52,6% e, entre os meninos, o número foi de 48,1%.
O estudo, divulgado hoje, é uma compilação de resultados de pesquisas de 2002 a 2009, do Sistema Internacional de Vigilância do Tabagismo da Organização Mundial da Saúde. O documento revela que 77,9% dos fumantes começaram o hábito antes dos 20 anos e, apesar da existência da Lei Federal (n.º 8.069/1990 ), que proíbe a venda do produto para menores de idade, a maioria dos adolescentes participantes do levantamento nunca teve problemas para comprar cigarro.
A cidade onde a situação se mostrou mais grave foi Maceió, em que 96,77% dos jovens de 13 a 15 anos afirmaram nunca terem sido impedidos de fazer a compra. Em seguida, está Fortaleza, com 89,9% e, depois, Salvador, com 88,9%. O estudo também indica que a maioria deles costuma comprar o cigarro “picado”, em vez de maço, e geralmente adquire o produto em estabelecimentos legalizados, como padarias, bancas de jornal e bares.
Escolaridade e gênero
Outra conclusão apontada pelo relatório é que, quanto menor é a escolaridade, mais cedo a pessoa começa a fumar. Mais de 40% das pessoas que têm menos de um ano de escolaridade iniciaram o vício antes de 15 anos de idade. Já entre os jovens que tiveram de oito a dez anos de estudo, o número cai para 18%, e entre os que possuem mais de 11 anos de escolaridade, o percentual é de 12,9%. 

As meninas também estão sendo mais rápidas do que os meninos na hora de começar o vício. Em Porto Alegre (2002), por exemplo, 52,6% das adolescentes fumaram ao menos uma vez entre os 13 e 15 anos, contra 38% deles. Dados de 2005 de Curitiba mostram que 46,9% das meninas e 35,7% dos meninos já experimentaram cigarro. Em São Paulo (2009), 38% delas e 29,7% deles já fumaram nessa faixa etária.
Imagem: Google Imagens

sexta-feira, 13 de maio de 2011

2ª Conferência Estadual da Juventude

Sai  Decreto para a Conferência Estadual com os temas que serão discutidos:

 Decreto nº 56.985, de 11 de maio de 2011 de São Paulo

Convoca a 2ª Conferência Estadual de Juventude e dá providências correlatas
GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO, no uso de suas atribuições legais, Decreta:
Artigo 1º - Fica convocada a 2ª Conferência Estadual de Juventude, que será realizada de acordo com o calendário a ser publicado pela Secretaria Nacional de Juventude e pelo Conselho Nacional de Juventude.
Artigo 2º - A 2ª Conferência Estadual de Juventude tratará dos seguintes temas:
I - Juventude: Democracia, Participação e Desenvolvimento Regional;
II - Plano Nacional/Estadual de Juventude: prioridades 2011-2015;
III - Articulação e integração das políticas públicas de juventude.
Artigo 3º - A 2ª Conferência Estadual de Juventude será presidida pela Secretaria de Esporte, Lazer e Juventude, por meio da Coordenação de Programas para a Juventude, que designará seu coordenador.
Artigo 4º - Fica a Secretaria de Esporte, Lazer e Juventude, por meio da Coordenação de Programas para a Juventude, responsável pela organização da conferência de que trata este decreto.
Artigo 5º - Este decreto entra em vigor na data de sua publicação.
Palácio dos Bandeirantes, 11 de maio de 2011
GERALDO ALCKMIN

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2ª Conferência Nacional da Juventude



A 2ª Conferência Nacional de Políticas Publicas de Juventude acontecerá entre os dias 09 e 12 de dezembro de 2011 e será coordenada pela Secretária- Geral, por meio da Secretária Nacional de Juventude.

O Decreto do Regimento Interno é assinado durante primeira reunião da Comissão Organizadora da Conferência
A primeira reunião da Comissão Nacional Organizadora (CON) da II Conferência Nacional de Juventude foi marcada pela assinatura da portaria do Regimento Interno da Conferência pelo ministro da Secretária-Geral da Presidência da República, Gilberto de Carvalho. Em visita breve, o Ministro aproveitou para saldar e agradecer os participantes da Comissão pelo compromisso assumido com o processo da Conferência. O Documento foi publicado nesta quinta-feira (5) no Diário Oficial da União.
A Comissão, composta por 15 membros da sociedade civil do Conselho Nacional de Juventude (Conjuve) e 18 membros do poder público. O encontro foi dirigido pela coordenadora geral da Conferência, Ângela Guimarães, e teve como primeiro ponto de pauta o debate sobre a temática da Conferência. A proposta é que a discussão gire em torno da aprovação do Plano Nacional e do Estatuto da Juventude, marcos legais em tramitação no Congresso.
Segundo o deputado federal Reginaldo Lopes, que participa da Comissão pela Frente Parlamentar da Juventude da Câmara Federal, mesmo que o Plano seja aprovado pela Câmara antes do término da Conferência, vale a pena a discussão que poderá modificar o documento que ainda será avaliado pelo Senado Federal.
A pauta da reunião seguiu com os informes sobre as ações da Secretaria Nacional de Juventude em relação à estrutura da Conferência e a escolha do Comitê Executivo, formado por 6 membros da Comissão Organizadora Nacional e que assumirá as ações mais práticas para o funcionamento da Conferência, além das decisões emergenciais. Compõe o Comitê 3 membros da Secretaria Nacional de Juventude e 3 membros do Conjuve.
A reunião terminou com a aprovação da primeira resolução da Comissão que versa sobre o funcionamento das etapas estaduais da Conferência. A resolução indica normas para facilitar os eventos estaduais e a escolha dos representantes nos Estados.
Recomendações – Carlos Odas, um dos organizadores da I Conferência Nacional de Políticas Públicas de Juventude, foi convidado a dar boas vindas aos componentes da Comissão e aproveitou para explicar como funcionou a etapa anterior. “A figura dos mediadores foram imprescindíveis em todo o processo da Conferência de 2008”, alertou Odas.
Outra recomendação veio da ministra da Secretaria Especial de Direitos Humanos, Maria do Rosário, que também passou pelo encontro. Ela lembrou que os jovens em sistemas carcerários e os jovens com deficiência não devem deixar de participar do processo e propôs uma reunião de trabalho para tratar da questão da grande taxa de homicídios de jovens negros no país.
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segunda-feira, 14 de março de 2011

Navegar com segurança.





Navegar com segurança!
Protegendo crianças e adolescentes da pedofilia e da pornografia infanto - juvenil na internet.


Materiais on line orientam sobre o uso da internet, em formato de cartilha.


http://www.promenino.org.br

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terça-feira, 8 de março de 2011

Crianças e adolescentes preferem manter redes sociais longe dos pais

Na vida real, podem ser grandes amigos, mas na internet, as crianças e adolescentes preferem manter pai e mãe à distância do perfil de usuário. É o que indicam pesquisas recentes realizadas por empresas de segurança na internet tendo como foco o uso do site de relacionamentos Facebook, o mais utilizado no mundo atualmente.
O primeiro estudo, da eMarketer mostra que quanto mais nova uma criança, maior a chance de ela odiar a ideia de ser amiga do pai ou da mãe no Facebook. A maioria (58%) dos entrevistados entre 13 e 14 anos disseram detestar a ideia.
Outra pesquisa, conduzida pela Kaplan Test Prep and Admissions, informa que 56% dos estudantes do colegial deram aos seus pais o acesso total a seus perfis. Em contrapartida, 58% dos adolescentes responderam que seus pais não têm perfil no Facebook.
Especialistas da empresa de segurança F-Secure recomendam que os pais adicionem os filhos em sites de relacionamento para intimidar internautas maldosos que podem seguir a criança e evitar que os filhos publiquem informações que os exporiam a riscos, como números de telefone e endereço residencial.
“Em vez de monitorar o seu filho o tempo todo no Facebook, peça para ele lhe mostrar como usá-lo, especificamente os controles de privacidade. Baseado nisso, os pais podem julgar o comportamento online de seus filhos”, diz Sean Sullivan, da F-Secure.
A opinião | Percentual de adolescentes que não gostam a ideia de ter os pais na mesma rede social:58% entre 13 e 14 anos
45% entre 15 e 17 anos
27% entre 18 e 19 anos
Fonte: eMarketer
Fonte: Zero Hora,  http://www.clicrbs.com.br
Imagem: Google Imagens

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Foi dada a largada para a 2ª Conferência Nacional de Juventude

Um salto necessário

A 1ª Conferência de Juventude foi um marco importante para o Brasil. Mais de 400 mil jovens participaram de um processo inovador, que se tornou referência para a democracia participativa brasileira. Como exemplo, citamos a realização de Conferências Livres em todo o território nacional. Naquele momento o lema da Conferência foi “Levante sua Bandeira”. Foi a oportunidade de os/as jovens apresentarem à sociedade brasileira seus anseios e demandas.
A 2ª Conferência Nacional de Juventude precisa dar um salto de qualidade, que amplie sua capilaridade e contribua para que a juventude opine sobre os grandes temas do país. Chegou a hora de afirmar quais são as políticas prioritárias do Governo Dilma, sugerir metas, prazos e como implementá-las com participação ativa da juventude. Para tanto, será preciso uma Secretaria Nacional de Juventude mais vigorosa, que consiga de fato assegurar a transversalidade de políticas universais que atendam a juventude no conjunto dos Ministérios de forma integrada, desenvolvendo sua capacidade de coordenar programas específicos inovadores.
A 2ª Conferência precisa deliberar de maneira decisiva a necessidade de avançarmos nos marcos legais da juventude e, portanto, fazer avançar as leis que tramitam no Congresso, como o Plano Nacional de Juventude e o Estatuto da Juventude. Nesse sentido, a definição sobre quais são os direitos da juventude, quais são as políticas e programas prioritárias para garanti-los e qual é o modelo de gestão devemos ter para executá-los, devem constituir as questões provocadoras para a elaboração do texto base que circulará pelo Brasil para a discussão.
A nova proposta de regimento da 2ª Conferência Nacional de Juventude apresentado pelo CONJUVE busca defender aspectos positivos da 1ª Conferência, como as Conferências Livres e criar novos mecanismos que ampliem a participação com a organização de um sistema que permita a participação virtual pela internet e as Conferências Territoriais, no âmbito dos Territórios da Cidadania, que permitirão maior participação dos/as jovens rurais, quilombolas, ribeirinhos e indígenas.
Por fim, a 2ª Conferência deve disparar uma discussão nos movimentos, organizações, redes e fóruns de juventude para a construção de uma pauta unificada da juventude que ajude a consolidar um calendário de lutas para o próximo ano. Sem luta social organizada, sem pressão política, dificilmente avançará a Política Nacional de Juventude.

Texto de Gabriel Medina é presidente do Conselho Nacional de Juventude e representante do Fórum Nacional de Movimentos e Organizações Juvenis (Fonajuves). 10 de fevereiro de 2011

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